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sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Acidente feio debaixo da 'ponte do shopping'


Agora à noite, uma violenta batida frontal...


que poderia ter sido evitada...


se houvesse sinalização no local mais perigoso da cidade

Pergunta do RA: O quê que custa à prefeitura pintar umas faixas amarelas na pista que passa debaixo da ponte Miguel Couto Filho? Da mesma forma, não custa nada colocar duas placas avisando que aquele trecho é de mão dupla, já que ninguém é obrigado a saber disso. Um dos carros envolvidos no acidente de hoje é de Volta Redonda, o que leva a crer que o motorista não imaginava que pudesse dar de cara com outro carro, em sentido contrário, naquele local escuro e sem sinalização. Talvez agora, depois do ocorrido, alguém resolva tomar alguma providência.

PS do RA: Num caso desses, quando o local do acidente não tem sinalização, quem é o culpado? Cartas para a redação.

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Fraude no 'Lata Velha'

Sempre tive um pé atrás com esses programas de TV que reformam casas e carros a troco de nada. É aquele velho ditado: quando a esmola é muita até a madre superiora desconfia.

E não é que um dos felizes contemplados do "Lata Velha" do Luciano Huck resolveu botar a boca no trombone e denunciar um esquema criminoso de troca de carros com documentação adulterada para baratear o serviço de reforma?

Leitor, leitora, a história é longa e cabeludíssima, e quem conta tudo é o Blog do Castilho. Tem até processo correndo na justiça contra a Globo. Mais não digo porque senão perde a graça. Leiam tudo, do início ao fim, e depois me digam o que vão assistir na TV amanhã depois do almoço.

Visto primeiro no Querido Leitor.

Update do RA: Acabei de ler agora, no próprio Querido Leitor, que esta denúncia é antiga, já teve até matéria publicada no Jornal do Brasil em outubro do ano passado. No entanto, continua sendo verdadeira.

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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Adeus, Buddy


Morreu na noite da última terça-feira (26), aos 60 anos, o baterista Buddy Miles, que fez parte da lendária Band of Gypsys, ao lado de Jimi Hendrix e Billy Cox. O trio gravou apenas um disco, "Band of Gypsys", ao vivo no Fillmore East, em Nova York, na noite do reveillon de 1969-1970. É uma das melhores coisas que a música já produziu desde que o rock é rock.

Na época do lançamento, eu morava na mineira Monte Carmelo e, por obra do destino, encontrei o disco numa loja em Uberlândia. A capa não tinha nada a ver com a original americana, mas só vim a saber disso muitos anos depois. Dentro da capa, um vinil com selo Philips e apenas seis faixas, seis longas e arrasadoras faixas que marcariam a ferro e fogo minha alma de músico adolescente.

Uma delas, "Who knows", foi durante algum tempo, tema de abertura dos bailes do SP4 Show, a última banda (ou "conjunto", como se dizia no início dos anos setenta) que toquei. De lá pra cá, não sei quantas milhares de vezes ouvi o vinil importado e, depois, o CD, que comprei, ambos, na Modern Sound, no Rio.

Há pouco tempo comprei também o DVD, que é uma prova definitiva de que o som que eu ouvia quase todos os dias nas Minas Gerais era produzido por apenas três fantásticos músicos: um guitarrista, um baixista e um baterista que também cantava, tal e qual eu fazia - com muito menos talento e competência, é claro - naqueles tempos de entradas e bandeiras. Amanhã vou ouvir, mais uma vez, "Band of Gypsys", com Jimi, Billy e Buddy vivos e geniais como sempre.

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Ivete vai à praia












Prainha, Rio de Janeiro, hoje à tarde

Fotos de Carlos Freitas e Carlos Zambrotti, da AgNews, publicadas no UOL Celebridades.

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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Imagem de quarta

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terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

O menino que vende livros

Na revista Época desta semana, uma matéria com Markus Zusak, autor do best-seller "A menina que roubava livros", que só no Brasil já vendeu 270 mil exemplares. Ainda não li o livro - para ser sincero, muito provavelmente não o lerei, tão ocupado estou com o grande Bukowski -, mas a matéria é interessante, como é toda aquela que fala do duro ofício de escrever. Nesta, quem faz as perguntas da (longa) entrevista são os leitores, todos identificados pelo nome e local de origem. Achei legal. Espero que vocês também achem.

A partir de que momento em sua vida o senhor teve interesse em escrever livros? (João Felipe Cândido da Silva, Salto, SP)

Markus Zusak
– Eu quis ser um escritor quando tinha 16 anos e li os livros certos para mim. Foi por causa daquele sentimento de ir virando páginas sem sequer perceber, tão imerso eu ficava no mundo de cada livro. Foi nessa época que tirei os olhos das páginas e pensei: "É isso que eu quero fazer da minha vida". Decidi que seria um escritor e nada iria me impedir.

Qual é a maior virtude de um escritor e quais os maiores problemas para escrever um livro? (Magno Dias, São Paulo, SP)

Zusak
– A mais importante virtude para um escritor é que ele não deve ter medo de falhar. Eu falho todos os dias. Falhei milhares de vezes escrevendo A Menina Que Roubava Livros, e esse livro agora significa tudo para mim. Claro, também tive muitas dúvidas e medos sobre o livro. Mas as melhores idéias nele vieram para mim quando estava trabalhando já por algum tempo sem, aparentemente, nenhum resultado. Falhas têm sido meus melhores amigos como escritor. Elas o testam para que você descubra se tem o que é preciso para ver além.

De onde vem tamanha criatividade? O senhor lia muito quando era criança, ouvia muitas histórias? (Carolina Sperandio de Almeida, Tatuí, SP)

Zusak
– Meus pais não falavam inglês quando vieram para a Austrália e, por isso, foi muito importante para eles que seus filhos tivessem bom domínio da língua. Nós sempre estávamos cercados por livros, sempre lendo. Também acho que meu amor por escrever e por histórias vem das que eles contavam sobre a própria infância na Alemanha e na Áustria.

Qual é a melhor maneira de relacionar os pontos mais importantes de uma história? Também escrevo e acho difícil a construção de começo, meio e fim, pois tudo precisa estar muito bem relacionado. (Josie Lima, Nova Iguaçu, RJ)

Zusak
– Para mim, é como construir uma parede de tijolos. Escrevo do começo do livro para o final. Isso pode soar óbvio, mas o que quero dizer é que nunca escrevo fora da seqüência. E a razão simplesmente é que, quando escrevo o próximo momento importante, preciso sentir como se eu tivesse feito tudo junto com os personagens até chegar àquele ponto. Dessa forma, posso sentir exatamente o que eles sentiram. Quando você escreve uma história ou o primeiro capítulo, você esquece alguns tijolos em certos lugares e muitos tijolos em outros. Para conectar a maioria das partes do livro, você tem de ter certeza de que tudo está no lugar certo até aquele ponto.

Para ler toda a entrevista, clique aqui.

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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Ainda o Oscar


Helen Mirren, Katherine Heigl, Heidi Klum e Anne Hathaway (women in red)


Hilary Swank, Ellen Page, Tilda Swinton e Nicole Kidman (women in black)


Jessica Alba, Saoirse Ronan, Cate Blanchett e Kelly Preston (women in colors)


O tapete vermelho lotado e protegido da chuva


Início da cerimônia no belíssimo Teatro Kodak


Glen Hansard e Marketa Irglova apresentam 'Falling Slowly'


Fim de festa

Fotos publicadas no New York Times

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Atrás das cortinas


Kery Russel espera a vez de ir ao palco


Marion Cotillard, a melhor atriz, abraça Forest Whitaker


Diablo Cody beija seu Oscar de melhor roteiro original por 'June'


Martin Scorsese aguarda seu momento de entrar em cena


Os irmãos Coen depois da entrega do Oscar de melhor filme


Javier Bardem, melhor ator coadjuvante, comemora o prêmio


Daniel Day-Lewis agradece o seu Oscar de melhor ator


Miley Cyrus ensaiando


A bela Jessica Alba observa os colegas no palco


Técnicos movimentam câmera em uma grua


Daniel Day-Lewis beija a 'rainha' Helen Mirren


Cate Blanchett segura duas estatuetas


Steve Carell e Anne Hathaway


Anne Hathaway e Steve Carell


Jennifer Garner pronta para entrar


O próprio

Fotos de Al Seib e Wally Skalij do Los Angeles Times

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domingo, 24 de fevereiro de 2008

As belas do tapete vermelho


Jessica Alba


Hilary Swank


Cate Blanchett


Katherine Heigl


Cameron Diaz


Marion Cotillard


Anne Hathaway


Ellen Page


Heidi Klum


Adrienne Frantz

Fotos da WireImage, do Los Angeles Times e da AP, publicadas no Los Angeles Times.

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Cinema em promoção





Maiores informações aqui.

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Cat Stevens no Eurochannel



Cat Stevens, um dos meus favoritos de todos os tempos, está hoje no Eurochannel, da Sky, com o concerto "Majikat Earth Tour". Este show histórico - que contou com números de mágica, projeções simultâneas e um enorme palco especialmente projetado para a ocasião - foi gravado em 1976, durante uma apresentação na cidade de Williamsburg, Virginia.

Depois da filmagem, as fitas ficaram anos esquecidas dentro de um cofre, até que, em 2004, foram lançadas em formato de DVD. Nele, estão os grandes sucessos de Cat Stevens que, um ano e meio depois dessa sua última turnê americana, desistiu da carreira musical e se converteu ao islamismo, adotando o nome de Yusuf Islam.

"Majikat Earh Tour" será exibido hoje às 21 horas e amanhã às 6 e 13 horas.

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Framboesa de Ouro 'premia' os piores de 2007

Eddie Murphy ganhou como pior ator e pior atriz coadjuvante

Lindsay Lohan, que concorria duplamente ao interpretar gêmeas, empatou com ela mesma em primeiro lugar

"I Know Who Killed Me" bateu o recorde da premiação, ganhando oito framboesas

Do Estadão Arte e Lazer

O comediante Eddie Murphy conseguiu a proeza de ser premiado, ontem, com três Framboesa de Ouro, prêmio oferecido aos piores do ano justamente no dia anterior ao Oscar, que homenageia os melhores. Murphy foi eleito pior ator por sua atuação na comédia "Norbit". Como também interpreta outros papéis, ele ganhou os prêmios de pior ator coadjuvante e pior atriz coadjuvante.

Por conta de seu tremendo mau gosto, "Norbit" foi acusado de jogar a carreira de Murphy novamente no limbo. Lançada no ano passado, a fita teria atrapalhado suas chances no Oscar, quando concorria como coadjuvante pelo seu papel em "Dreamgirls". Tido como favorito, tão logo percebeu que seu nome não foi anunciado, Murphy causou mal estar ao deixar o Kodak Theatre antes do final da cerimônia.

Em sua 28ª edição, o Framboesa premiou Lindsay Lohan como a pior atriz do ano passado por sua participação em "I Know Who Killed Me". Como interpreta gêmeas, Lindsay concorria duplamente, o que não enfraqueceu suas chances, pois ela empatou consigo mesma em primeiro lugar.

"I Know Who Killed Me" bateu o recorde da premiação, amealhando oito framboesas. Além das de Lindsay e de pior película, recebeu as seguintes: pior diretor (Chris Sivertson), roteiro (Jeff Hammond), filme de terror e imitação ou refilmagem.

"Norbit" e "I Know Who Killed Me" ganharam todas as framboesas, menos uma. "Nunca antes dois filmes dominaram o prêmio tão completamente, pelo menos não desde o auge da carreira de Sylvester Stallone", disse o criador da premiação, John Wilson.

A cerimônia do Framboesa de Ouro aconteceu no Abracadabra Theatre, em Santa Monica, depois de apurados mais de 750 votos vindos dos EUA e de outros 18 países.

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'Juno' é o preferido do público para o Oscar

Para crítica do USA Today, "Onde os Fracos Não Têm Vez", dos irmãos Coen, é o grande favorito

Do Estadão, direto de Los Angeles

Se dependesse da vontade popular, quando hoje à noite fosse aberto o envelope com o vencedor de melhor filme, o Oscar iria para a comédia juvenil "Juno". Em quase todas as enquetes feitas em Los Angeles, o filme dirigido por Jason Reitman desponta na frente. O motivo é seu tom ameno ao contar a história da garota que engravida aos 16 anos e decide oferecer o futuro filho para a adoção.

A forma simples como a trama é narrada, a trilha sonora moderna e a interpretação de Ellen Page conquistaram o público. Uma das mais divertidas enquetes é oferecida na exposição Meet the Oscars, que acontece no shopping colado ao Kodak Theatre. Tradicional nesta época do ano, ela permite que os fãs vejam de perto as 50 estatuetas que serão entregues na cerimônia. A curiosidade é grande e enormes filas se formam na entrada.

Depois de passar por um corredor que simula o tapete vermelho (nas paredes, são projetadas imagens de fotógrafos disparando seus flashes à medida que visitante caminha), é oferecida a chance de participar de uma enquete eletrônica. Terminada a votação, é possível visualizar a chance de cada filme naquele momento. Neste sábado, por volta de 13 horas locais (18 horas em Brasília), "Juno" abocanhava 45% das preferências.

"Trata-se do filme com diálogos mais inteligentes, com personagens que fogem do estereótipo e, principalmente, absolutamente sem violência", comentou a crítica de cinema Claudia Puig, do jornal USA Today, que publicou suas preferências particulares e quem deverá realmente vencer. Segundo ela, "Onde os Fracos Não Têm Vez", dos irmãos Ethan e Joel Coen, é o grande favorito. "Afinal, apresenta uma história semelhante no tema a de Os Infiltrados, de Martin Scorsese, o vencedor do ano passado."

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sábado, 23 de fevereiro de 2008

Imagens de sábado






Rio de folhas

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