Já estão à venda os novos cartões-postais Resende de ORo

domingo, 30 de novembro de 2008

Enquanto isso, em Phoenix, Arizona...


Expressos, cappuccinos e laptops numa cafeteria high-tech (NY Times)

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sábado, 29 de novembro de 2008

Imagem de sábado


Foto feita às 11:57

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Natal das crianças






Fotos feitas entre 11:10 e 11:50

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sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Mulheres na chuva






































Fotos feitas entre 14:11 e 15:25

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segunda-feira, 24 de novembro de 2008

TV de Lula faz um ano sem conteúdo e audiência

Da coluna de Daniel Castro na Folha Online

A TV Brasil completa um ano no dia 2 ainda longe de ser a rede pública nacional que o presidente Lula imaginou. Apesar do orçamento de R$ 350 milhões, pomposo para o padrão de TV pública, a emissora é traço no Ibope, tem cobertura restrita e depende de programação que herdou da TVE.

Em São Paulo, principal mercado do país, seu sinal só chega dia 1º, e apenas para quem tem receptor de TV digital. O canal analógico só deverá ser inaugurado em março ou abril. A TV Brasil teve problemas com a importação de transmissores e, depois, com interferências causadas por seus canais.

Hoje, o sinal aberto da TV Brasil só cobre Rio, Brasília e São Luís, além de parabólicas.

Segundo Tereza Cruvinel, presidente da emissora, esse quadro vai mudar em 2009. Serão 39 novas retransmissoras e pelo menos quatro horas de sua programação em TVs públicas de todo o país (menos Cultura).

A TV sofreu para lançar programas. "Não investimos mais porque não tínhamos equipamentos. Estamos licitando mais de R$ 100 milhões em equipamentos", diz Cruvinel.

A compra de conteúdo independente esbarrou na burocracia, porque empresas públicas têm de realizar processos licitatórios. "Estamos há mais de seis meses tentando comprar um programa independente, a "Revista África'", lamenta.

Cruvinel afirma que o "desafio" da TV Brasil é combinar "agilidade" com "legalidade". Ela tenta enquadrar como modalidade de concorrência o pitching, processo usado na TV paga para selecionar projetos.

No Ibope, a TV Brasil não aconteceu. No Rio, sua média diária nos últimos meses foi de 0,4 ponto, ou seja, traço. Cruvinel contesta. "Não é justo considerar a audiência do Rio de Janeiro, porque lá a TV Brasil não foi um fato novo", diz, argumentando que é preciso "aferir o "Repórter Brasil", que é um produto que lançamos".

O telejornal, entretanto, não aparece na lista dos dez programas da TV Brasil mais vistos no Rio no início deste mês. Nesse ranking, só um, o "Programa de Cinema", líder, com 1,52 ponto, é criação da nova TV pública.

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terça-feira, 18 de novembro de 2008

Adeus Graal

Corre à boca pequena que os postos e restaurantes da rede Graal - pelo menos os localizados em Resende e Itatiaia - mudarão de nome em breve. A operação - que envolve alguns milhões de reais - atende pelo singelo nome de arrendamento.

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A cara da Veja


Depois de Cazuza, Elis Regina e Cássia Eller, Veja fatura em cima de mais uma anunciada tragédia no meio artístico. Só falta agora ao Fábio Assunção morrer e se juntar aos colegas "homenageados" pela revista que nunca deixa passar uma chance de mostrar a sua verdadeira cara, mórbida e sensacionalista.

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sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Vicky Cristina Barcelona












Estréia hoje o novo filme de Woody Allen

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quinta-feira, 13 de novembro de 2008

A árvore genealógica política de Brizola no Rio

Enviado pelo Ex-Blog do Cesar Maia

1. Brizola, eleito governador, nomeia os prefeitos Jamil Hadad em 1983 e Marcello Alencar entre 1984 e 85. Era na época prerrogativa dos governadores. No retorno da eleição direta, Brizola lança e consegue eleger o senador do PDT, Saturnino Braga, prefeito do Rio em 1985.

2. Saturnino rompe com Brizola em 1988 e na eleição desse ano Brizola lança Marcello Alencar que vence a eleição. Após cumprir o mandato, Marcello Alencar rompe com Brizola.

3. Em 1991, o ex-secretário de fazenda de Brizola e deputado federal do PDT, Cesar Maia, é excluído pela bancada federal e tem que sair do partido. Candidato em 1992, vence a eleição para prefeito do Rio.

4. Não havendo na época reeleição, Cesar Maia lança seu secretário de urbanismo, Luiz Paulo Conde e vence a eleição. Em 1999, Conde rompe com Cesar Maia e tenta a reeleição, mas é derrotado exatamente pelo seu criador.

5. Cesar Maia, como prefeito, lança uma geração de jovens na política, especialmente nas subprefeituras e consegue eleger praticamente todos como vereadores. Entre eles Eduardo Paes, eleito depois duas vezes deputado federal com apoio de Cesar Maia. Esse, logo após a eleição de 2002, em que se candidatou na condição de secretário de meio ambiente de Cesar Maia, rompe com seu criador.

6. Finalmente, neste ano de 2008, Paes é eleito prefeito do Rio.

7. No topo da árvore genealógica política, Leonel Brizola, que desde 1983, diretamente ou através de seus secretários, vem elegendo os prefeitos do Rio, mesmo que eventualmente no momento da eleição não estivessem mais no partido de seus criadores.

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quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Yes!




Fotos AFP e NYTimes

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segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Unitaú ou Itaúni?

Visto agora na Gazeta Mercantil

O Banco Itaú acaba de anunciar fusão com Unibanco. A operação que dará origem a Itaú Unibanco Holding vai formar o maior conglomerado financeiro privado do Hemisfério Sul, cujo valor de mercado fará com que ele fique situado entre os 20 maiores do mundo. O patrimônio líquido da nova companhia é de aproximadamente R$ 51,7 bilhões. "Trata-se de uma instituição financeira com a capacidade de competir no cenário internacional com os grandes bancos mundiais".

Segundo o comunicado, a associação vai resultar na migração dos atuais acionistas do Unibanco Holdings e Unibanco, mediante incorporações de ações, para uma companhia aberta, a ser denominada Itaú Unibanco Holding, atual Banco Itaú Holding Financeira, cujo controle será compartilhado, entre a Itaúsa - Investimentos Itaú S.A. e os controladores da Unibanco Holdings, por meio de holding não financeira a ser criada no âmbito da reorganização aqui tratada.

Alívio do RA: Muito bom. Eu, que andava preocupado porque devia a dois bancos, agora devo a apenas um!

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sábado, 1 de novembro de 2008

Uma derrota triunfal

Crônica de Nelson Motta (via e-mail)

Um dos aspectos mais detestáveis do "american way of life" é o culto incondicional aos que se dão bem na vida, aos aparentemente vencedores: o fundamentalismo de resultados. Ainda mais execrável é o seu complemento, o desprezo absoluto pelos perdedores, pelos fracos, pobres e pequenos, pelos "losers" que não conseguem dinheiro, poder ou felicidade. Ou tudo isso junto, e também beleza, que se tornou um bem de consumo.

Porque vencer a qualquer preço não é um valor civilizatório nem moralmente aceitável. É o equivalente capitalista dos comunistas justificando os meios pelos fins. Por isso, numa sociedade ultra-competitiva, mas legalista, democrática e republicana, os que usam atalhos ilegais para "chegar lá" estão em minoria e, se flagrados, são punidos.

Por outro lado, nem todos os "losers" são vítimas de sua própria fraqueza, ignorância ou preguiça. Muitos que são vistos como perdedores são apenas independentes, artistas, intelectuais, até políticos, que fazem o que querem, ou acham que devem, e pagam o preço, em dinheiro e tempo perdidos.

No Brasil, a tradição é desprezar os bem sucedidos. Aqui, o sucesso é ofensa pessoal, dizia Tom Jobim, vítima constante da inveja e do ressentimento provincianos. Aqui, há um vezo por cultuar perdedores, culpando a sociedade, "todos nós", por escolhas e fracassos individuais. Aqui é sempre diferente, mas desta vez foi mais diferente ainda.

O momento definidor da duríssima disputa pela prefeitura do Rio de Janeiro foi quando o candidato Fernando Gabeira disse para seu adversário, um político profissional idôneo, competente e ambicioso: "A diferença entre nós é que você faria qualquer coisa para ganhar a eleição. Eu não". Eduardo Paes não pôde responder.

Neste momento, senti que Gabeira perderia a eleição. Mas faria história, com uma nova forma, limpa e positiva, sincera e criativa, de fazer política no Rio de Janeiro. Assim como a derrota de Marta Suplicy em São Paulo foi humilhante, a quase-vitória de Gabeira no Rio foi triunfal, um grande avanço e um justo orgulho para metade dos cariocas, uma esperança para todo o Brasil.

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