Já estão à venda os novos cartões-postais Resende de ORo

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Novo comentarista global


Foto AP

Sílvia Corrêa, na Folha Online

Joel Santana, ex-técnico da África do Sul, reforça o time de comentaristas da Globo. Na sexta, após sorteio dos grupos da Copa, estará em um programa de análise que a emissora emendará na transmissão, com Falcão, Júnior e Casagrande.

Dúvida do RA: Só não se sabe ainda se o grande Joel fará os comentários em português ou inglês.

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Hoje tem Malu na Travessa

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Amizade antiga


Olá, Gisele Bündchen!

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domingo, 29 de novembro de 2009

Aos mestres, com e sem carinho

Crônica de Nelson Motta (via e-mail)

Pode parecer um paradoxo ou até ironia, mas fui reprovado duas vezes, uma no primeiro grau e outra no segundo, exatamente em Português – ferramenta indispensável para fazer o que faço, por ofício e paixão, para ganhar a vida e criar minha família, para o que você lê agora.

Tive que repetir ano porque, entre gramática e redação, não consegui sequer os dois ou três pontos necessários para passar nas provas de recuperação. Vagabundagem, sim, mas principalmente desinteresse absoluto, aulas chatíssimas e autores insuportáveis que nos eram dados para ler, como José de Alencar e Camilo Castelo Branco.

Adolescente, eu detestava as aulas de Português, embora adorasse ler, dos vinte volumes do “Tesouro da Juventude” às obras completas de Monteiro Lobato e Júlio Verne, até descobrir “Gabriela, cravo e canela” e Jorge Amado, o “Encontro marcado” de Fernando Sabino, e Nelson Rodrigues. Com esses mestres comecei a aprender a escrever. E não conseguia entender como havia recebido dois atestados de analfabeto no Colégio Santo Inácio. A resposta viria anos depois, com outro professor.

Concluí a duras penas o segundo grau no Supletivo, em uma série de provas no Colégio Pedro II. Com 17 anos e pai advogado, entrei na Faculdade Nacional de Direito, onde assisti pouquíssimas aulas e brinquei de política no Centro Acadêmico, mas achei tudo muito chato. Logo caí fora, e finalmente encontrei, eu achava, minha verdadeira vocação: o design. Passei num vestibular violento, de 10 para 1, e fui um dos 30 a entrar para a recém-criada Escola Superior de Desenho Industrial.

Tínhamos aulas de 7h da manhã às 7h da noite, excelentes professores, entre eles vários designers europeus, os alunos adoravam a escola. O problema começou nas aulas de “Comunicação Verbal”, que era o bom e velho Português, para os futuros designers saberem redigir suas análises e projetos. O professor era tão bom, suas aulas tão empolgantes, tão contagiante a sua paixão pelo novo jornalismo dos anos 60, que, a seu conselho, fui fazer um estágio no Jornal do Brasil. E acabei abandonando o design. O mestre era o Zuenir Ventura.

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Música de domingo


O grande James Taylor no 1º Rock in Rio (1985)

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Glória Maria sem lugar na Globo

Da Coluna do Flávio Ricco, no UOL Televisão

Não há ainda nada resolvido sobre a volta de Glória Maria à Globo. O período de licença solicitado por ela vence no começo do ano que vem, mas até agora não houve uma definição do que ela poderá fazer.

Uma volta ao "Fantástico", até pela questão do ambiente, é considerada impossível. Algo, informa-se, que nem chega a ser cogitado, devido às complicações existentes.

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Imagem de domingo


Foto feita às 19:19

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Quanto ganha um policial militar

Da Época Online

Para discutir a relação entre o salário do policial e a segurança pública, a revista Época realizou um levantamento para verificar quanto ganha um policial militar no início da carreira. Os valores mostram que a realidade dos policiais varia muito de Estado para Estado. Para soldados em início de carreira, a diferença entre o salário mais alto (DF) e o salário mais baixo (RS) é de mais de R$ 2.700. O Rio Grande do Sul e o Rio de Janeiro pagam os piores salários: R$ 1.138,17 e R$ 1.277,67, respectivamente. A média nacional é R$ 1.814,96.

Nos dois Estados, representantes do governo reconheceram o problema, mas atribuíram os baixos salários à política de governos anteriores. “Durante muitos anos o Rio Grande do Sul deu reajustes maiores a servidores que já eram bem remunerados, em detrimento de categorias como a segurança e o magistério, que correspondem a 90% do funcionalismo”, afirma Mateus Bandeira, secretário do Planejamento do Rio Grande do Sul. Para o secretário de Segurança do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, “há uma defasagem evidente e agora é preciso que o Estado recupere aquilo que não foi dado nos governos passados”.

As informações foram fornecidas pelo Comando Geral da Polícia Militar ou pelas secretarias de Administração e Segurança Pública de cada Estado. Os valores correspondem ao salário bruto de um soldado após concluir o curso de formação, incluindo gratificações mensais para alimentação e fardamento. Horas extras e adicionais para trabalho noturno não foram levados em conta.

Os números não correspondem, necessariamente, ao valor exato recebido pelos policiais ao fim do mês. No Rio Grande do Sul, por exemplo, são poucos os soldados que não fazem até 40 horas extras para aumentar a remuneração. No Rio de Janeiro, o alto valor dos descontos faz o salário líquido recebido pelos soldados ficar na casa dos R$ 900. “Não conheço nenhum soldado que ganhe mais de R$ 1.000 no Rio”, diz Vanderlei Ribeiro, presidente da Associação de Praças da Polícia Militar do Rio de Janeiro.

Para ler a matéria completa, entre aqui.

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sábado, 28 de novembro de 2009

Imagem de sábado


Foto feita às 11:48

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sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Imagens de sexta








Fotos feitas entre 18:58 e 19:56

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Imigrante com teto

Lucas Mendes, na BBC Brasil

Imigrante ilegal brasileiro tem dois grandes sonhos: casa própria no Brasil e ser legal nos Estados Unidos. Os jovens vivem na dúvida. Reclamam do trabalho duro, mas mandam dinheiro para o Brasil.

Os mais velhos que não falam inglês querem voltar. Não param de reclamar da vida nos Estados Unidos. Muitos voltam, com dinheiro, sem inglês, menos português e passam o resto da vida reclamando do Brasil.

As três babás que cuidaram dos meus filhos, todas já senhoras, caíram fora tão logo juntaram o suficiente para comprar o apartamento. Não paravam, nem param, de se queixar da vida. Ruim aqui que nem aí.

Trabalhavam muito e não gastavam nada. Vidas miseráveis, sempre com medo de que aquele dinheiro vivo acumulado no colchão fosse roubado. Odiavam ter contas em bancos e não confiavam em ninguém. Quem dorme bem em cima de US$ 10 ou 20 mil?

Se consolavam falando sobre amigas que trabalhavam em regime de semi-escravidão em casas de patrões ricos que confiscavam os passaportes, pagavam US$ 100 por semana e achavam que as empregadas deveriam estar agradecidas porque moravam em Nova York, tinham TVs, usavam cosméticos de madames e faziam poupança.

A recessão afetou os brasileiros e a área de construção foi a mais derrubada. Não há números de quantos voltaram, mas uma medida confiável é a quantidade de dólares remetidos para o Brasil. O número começou a crescer no ano 2000, chegou a US$ 7 bilhões em 2008, mas no último ano caiu quase 5%.

Não é um número brutal. Tragédia maior é dos mexicanos, que mandavam US$ 23 bilhões por ano. O New York Times agora publica matérias com mães mexicanas que mandam dinheiro para os filhos nos Estados Unidos.

Para ler a matéria completa, clique aqui.

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quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Vila do Pan está afundando


Construída para abrigar os atletas que participaram dos Jogos Panamericanos, em 2007, a Vila do Pan está, literalmente, afundando. Surgiram crateras no terreno em volta dos prédios, calçadas e ruas estão cedendo e o asfalto encontra-se totalmente desnivelado.

A Comissão de Defesa do Consumidor da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) já entrou com uma ação na 4ª Vara Empresarial contra a Agenco Engenharia e Construções S.A, responsável pelo empreendimento.

"A Vila do Pan não pode se tornar um novo Palace II, que desabou matando várias pessoas, em 1998, também na Barra da Tijuca. Os problemas evidenciam que a qualidade das edificações e das estruturas que as sustentam está aquém do esperado e do tolerável. O sentimento dos moradores é de medo, de falta de segurança”, comentou a presidente da comissão, deputada Cidinha Campos (PDT).

Recentemente, foi divulgada pela imprensa a declaração de um profissional de engenharia sobre a situação da Vila do Pan:

"É preciso fixar suportes sob as tubulações para evitar que elas se rompam, provocando fuga de material do solo por dentro da rede. Isso causaria a formação de novas crateras ou ampliação das atuais, comprometendo a estabilidade dos muros, calçadas e caixas de quadros elétricos. Sem isso, os moradores serão obrigados a conviver com o problema. E, com o tempo, podem até precisar de passarelas para entrar nos prédios".

Matéria enviada pela ALERJ e editada pelo RA.

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'Sinto nojo de ser policial'

Da Folha Online

"A corporação estraga uma vida sem dó, só para satisfazer a vontade de uns ou fazer favores para outros. Como são sujos! (...) Se a população soubesse que eles proíbem a polícia de entrar nos morros, que o dinheiro corre solto na cúpula superior. A população não tem ideia da verdade. (...) Hoje que conheço a verdade, sinto nojo de ser um policial."

Esse desabafo é de um PM do Rio de Janeiro que decidiu contar em detalhes os homicídios e as extorsões realizadas pela polícia militar nas ruas e favelas da Cidade Maravilhosa.


Reunidos no recém-lançado "Sangue Azul" (Geração Editorial, 2009), livro escrito pelo roteirista de cinema Leonardo Gudel, os relatos mostram que é "comum" pagar proprina dentro do próprio batalhão para conseguir benefícios como férias, munição extra e aposentadorias antecipadas, mas também revelam o susto e a indignação dos policias novatos ao perceberem que os comandantes da polícia recebem dinheiro dos traficantes.

No livro, essa revolta fica evidente quando o policial Rubens - nome fictício dado ao protagonista real - toma conhecimento, pela primeira vez, desse tipo de delito. "Cambada de safados! O mais engraçado é que o nosso coronel aparece toda hora na TV, tirando onda de santo". Ele havia acabado de descobrir que seu superior ganhava R$ 70 mil para "deixar em paz" um dos chefes do tráfico.

Em entrevista à Livraria da Folha, o autor Leonardo Gudel conta que foi o policial Rubens quem o procurou para transformar estas experiências em livro, e que os episódios o deixaram tão impressionado que ele não teve dúvidas, aceitou de imediato o desafio.

"A narrativa é toda em primeira pessoa, e, para isso, fiz um trabalho minucioso junto com o policial para captar, inclusive, o seu jeito de falar", explica o cineasta, que após a publicação da obra evita manter contato com o PM, "por questão de segurança".

Abaixo, veja quais revelações de Rubens mais surpreenderam Gudel, e entenda porque o autor acha que "fica difícil dizer que um policial é totalmente honesto".

Livraria da Folha - Você tem medo de sofrer algum tipo de atentado?
Leonardo Gudel - Prefiro não pensar nisso.

Livraria da Folha - Há alguma história inventada ou "incrementada" no livro?
Gudel - Todos os fatos foram escritos seguindo fielmente o que o policial me contou.

Livraria da Folha - O que mais te surpreendeu?
Gudel - A trajetória brutal de uma pessoa comum, que entra num emprego que é obrigado a matar e acaba se acostumando com isso. Você consegue imaginar um ser humano nestas condições? Antes de escrever o livro, eu nunca tinha parado para pensar nisso.

Livraria da Folha - Qual dos relatos você nem imaginava que ocorria entre os policiais?
Gudel - Achei incrível a sensação que ele passou de se sentir um marionete nas mãos dos comandantes de batalhão que recebem dinheiro de traficantes. O comandante manda a viatura estacionar na frente do morro, para a população de classe média, que passa de carro, se sentir segura, mas o tráfico continua operando, mesmo com os policias por perto. É muita cara de pau.

Livraria da Folha - Em algum momento você notou arrependimento do policial?
Gudel - Várias vezes ele me disse: "Eu só faço o furo, quem mata é Deus". Uma pessoa que convive diariamente com a morte acaba criando um bloqueio na cabeça para não pirar. Ela acaba se tornando insensível ao que normalmente nos chocaria. Mas sim, eu notei um arrependimento da parte dele.

Livraria da Folha - Em qual ocasião?
Gudel - Quando o policial começou a notar que a violência estava entrando na casa dele. Na época que a família o deixou, ele se tocou que estava agindo com sua mulher e filho como ele agia diariamente no trabalho. Isso foi um choque. Foi aí que ele percebeu que estava tudo errado.

Livraria da Folha - Mesmo que a intenção de um policial seja honesta quando ele entra para este trabalho, você acha que, no fim, ele acaba igual a um bandido?
Gudel - Eu acho que quando uma pessoa honesta entra para PM ela pensa que pode se manter longe da chamada "banda podre". O problema é que não existe esse conceito de "banda podre". Pelo o que o policial contou, dentro da estrutura do batalhão, os policiais têm que pagar propina para outros policiais para conseguirem benefícios como férias, munição extra, transferências. Pequenos delitos diários que acabam virando rotina e se transformando em algo normal. É como a farra das passagens aéreas dos políticos. Teve gente usando indevidamente o dinheiro do povo sem sentir, como se aquilo fosse normal.

Livraria da Folha - Por sua experiência e por tudo o que ouviu, você acha que existe policial totalmente honesto?
Gudel - Dentro dessas condições, de acharem que pequenos delitos não são ilegais, fica difícil dizer que um policial é totalmente honesto. O que ficou claro para mim no relato é que a intenção da maioria dos policiais é verdadeiramente boa. O problema é que muito deles nem percebem que estão praticando crimes, ou se percebem acham que é uma coisa menor.

Livraria da Folha - Quem você acha que não vai gostar do seu livro? Policiais, políticos, traficantes?
Gudel - Acho que os policiais vão gostar, pois com certeza eles querem melhores condições de trabalho. Sobre a opinião de políticos e traficantes, eu realmente não sei responder.

Livraria da Folha - Você acha que o livro pode ajudar a mudar esta situação?
Gudel - Espero que sim. O livro expõe a situação. Esse é o primeiro passo para que algo seja feito a respeito.

Livraria da Folha - O policial acompanhou a produção do livro, lendo trechos? Pediu pra alterar ou suprimir algo?
Gudel - Ele acompanhou de perto. A narrativa do livro é toda em primeira pessoa, para isto fiz um trabalho minucioso junto com o policial para captar inclusive o jeito dele falar. Durante o processo, ele me contou alguns fatos surpreendentes, mas em seguida pediu para não serem escritos no livro. Eu respeitei.

Livraria da Folha - O que mudou na sua visão em relação aos policiais?
Gudel - Confesso que antes do livro eu não simpatizava nem um pouco com os policiais. Hoje eu admiro a coragem e a força de vontade desses homens. É difícil julgar, pois cada um sobrevive como pode dentro da guerra. Espero que a discussão gerada em torno do livro possa trazer melhores condições de trabalho e vida para eles.

Livraria da Folha - Há quanto tempo você não fala com o policial?
Gudel - Por questão de segurança, prefiro não responder.

Para comprar o livro "Sangue Azul" (R$ 34,90), entre aqui.

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FHC é o grande padrinho de Lula


Foto Agência Estado

Gilberto Dimenstein, na Folha Online

Leio análises falando que um dos pontos vulneráveis de José Serra - e teria aparecido na mais recente pesquisa mostrando a subida de Dilma Roussef - é Fernando Henrique Cardoso, com alta taxa de rejeição. Por isso, o ex-presidente seria escondido na campanha. A verdade é que, por outros motivos, FHC é o grande padrinho de Lula - qualquer pessoa com um mínimo de equilíbrio terá de concordar com isso.

Em essência, o governo Lula é a continuidade da gestão anterior - e aí está um dos pontos mais inteligentes do presidente. Ele pegou a inflação baixa, um país na rota do crescimento, as bases de seu mais importante programa social em andamento (o Bolsa Família). As finanças públicas tinham passado por medidas importantes como a lei de responsabilidade fiscal.

Lula soube aprimorar o que recebeu. Radicalizou a política social, manteve as bases econômicas. Para completar, além da sorte com a descoberta do pré-sal, passou por uma época de crescimento mundial - com exceção dos últimos 12 meses. Não herdasse o que herdou, teria muito menos condições de angariar um prestígio tão grande.

É tolice não reconhecer a habilidade de Lula e seu extraordinário pragmatismo. Mas é tolo não reconhecer que FHC é seu grande padrinho, cuja alta taxa de rejeição faz parte daquelas injustiças que serão reparadas pela história.

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quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Pet é cidadão fluminense


Foto Vipcomm

Na reta final do Campeonato Brasileiro, um dos principais ídolos da competição deixou por algumas horas os gramados para marcar um gol de placa no Plenário Barbosa Lima Sobrinho da Assembleia Legislativa do Rio.

Trata-se do sérvio Dejan Petkovic, de 37 anos, que recebeu ontem (terça-feira), os títulos de Benemérito e de Cidadão do Estado do Rio, concedidos, respectivamente, pelos deputados Tucalo (PP) e Edson Albertassi (PMDB).

"Fico muito feliz de hoje estar me tornando oficialmente cidadão deste estado, que é a minha segunda casa e que minha família escolheu para viver. Tudo que eu quis fazer na vida foi voltado para uma de minhas grandes paixões: a bola. Foi graças a ela que estou aqui vivendo este momento e que tenho tudo que conquistei. Venho de um país muito distante, menor do que esse estado, mas tenho muito orgulho de minha terra e agora também de ser cidadão do Rio", discursou Pet.

Compareceram à cerimônia, a mulher, as duas filhas e o irmão de Petkovic.

Matéria enviada pela ALERJ e editada pelo RA.

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Poeminha de quarta

Em linhas gerais,
como ficaria o já caótico trânsito de Resende
sem os apitos alucinados dos Guardas Municipais?

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Justiça suíça aprova libertação de Polanski


Foto AP

Do Portal G1

O tribunal penal federal helvético "ordenou a libertação de Roman Polanski", anunciou nesta quarta-feira (25) um porta-voz do Ministério da Justiça, destacando que o ministério está examinando a possibilidade de recorrer da decisão.

O cineasta foi condenado nos Estados Unidos por ter tido relações sexuais com uma menor de idade na década de 1970 e deixou o país em 1978. Detido na Suíça, ele corria o risco de ser extraditado.

Premiado com o Oscar pelo filme "O pianista", Polanski foi preso em setembro passado quando visitava a Suíça para receber um prêmio em um festival de cinema.

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Duplo sentido

Depois da reforma ortográfica, que aboliu muitos acentos do português brasileiro, como é que você interpretaria a seguinte frase:

Novo trânsito para Resende

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'Pai dos Pobres' provocou milagre econômico


Trecho de artigo da Der Spiegel publicado no UOL Notícias

O Brasil já foi chamado de "Belíndia", um termo cunhado por um empresário que via o vasto país como uma mistura entre a Bélgica e a Índia, um lugar com riqueza europeia e pobreza asiática, onde o abismo entre ricos e pobres parecia intransponível. Lula foi o primeiro a construir uma ponte entre os dois Brasis.

Agora ele é tanto o queridinho dos banqueiros quanto ídolo dos pobres. Com o chamado presidente operário no comando, o Brasil está atraindo investidores de todas as partes do mundo. Jim O'Neill, o economista chefe do Goldman Sachs, inventou a sigla Bric para as economias emergentes do Brasil, Rússia, Índia e China, prevendo um futuro brilhante para o gigante sul-americano. Mas seus colegas zombaram dele. A China e a Índia certamente tinham perspectivas, mas o Brasil? Por décadas o país era visto como um gigante acorrentado, atormentado por crises infindáveis e inflação.

Mas hoje o "B" é a estrela entre os países Bric, com os especialistas prevendo um crescimento de até 5% para a economia brasileira em 2010. O Brasil está atualmente crescendo mais rápido do que a Rússia e, diferente da Índia, não sofre de conflitos étnicos ou disputas de fronteira. O país de 192 milhões de habitantes possui um mercado doméstico estável, com as exportações - carros e aeronaves, soja e minério de ferro, petróleo e celulose, açúcar, café e carne bovina - correspondendo a apenas 13% do produto interno bruto.

E como a China substituiu os Estados Unidos como maior parceira comercial do Brasil no início deste ano, o país não foi severamente afetado pela recessão no mercado americano como poderia ter sido. Os bancos do Brasil são fortes, estáveis e não encontraram grandes dificuldades durante a crise. Mais importante, entretanto, é o fato do Brasil ser uma democracia estável, ao estilo ocidental.

O país pagou sua dívida externa e até mesmo passou a emprestar ao Fundo Monetário Internacional (FMI). O governo acumulou mais de US$ 200 bilhões em reservas e o real é considerado uma das moedas mais fortes do mundo. Especialistas internacionais preveem uma década de prosperidade e crescimento para o país. Lula prevê que o Brasil será uma das cinco maiores economias do planeta em 2016, o ano em que o Rio de Janeiro será sede dos Jogos Olímpicos. O país será sede da Copa do Mundo de 2014.

E ainda há os recursos naturais aparentemente ilimitados do Brasil, vastas reservas de água doce e petróleo. O Brasil exporta mais carne do que os Estados Unidos. E a China estaria em dificuldades sem a soja brasileira. Nos hangares da fabricante de aviões, a Embraer, perto de São Paulo, engenheiros brasileiros constroem aviões para companhias aéreas de todo o mundo, incluindo aviões para trajetos menores para a Lufthansa.

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terça-feira, 24 de novembro de 2009

Novo trânsito amarelou


Hoje, alguns sinais foram deixados no amarelo para evitar retenções

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segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Novo trânsito, velhos problemas




























































Fotos feitas hoje entre 14:17 e 18:28

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Ainda o Rio de Janeiro

A realidade das favelas

1. Um olhar mais crítico revela coisas diferentes. As favelas não sufocam o Rio. Ocupam 3,8% da extensão do município. De uma população de 6 milhões, 1 milhão é de favelados, 18% a 19% da população, o que equivale ao cenário de São Paulo ou dos EUA. A média de habitante por domicilio, no município, era de 3,25. Na favela de 3,6. Em sua esmagadora maioria de gente honesta.

2. São comunidades pobres, mas não miseráveis. Os serviços básicos já estão lá: 95% de casas de alvenaria, energia elétrica em 100% das casas; água 99%, esgoto servindo a 96%; coleta de lixo, a 96%.

3. Este é, em boa parte, o resultado do Favela-Bairro, que beneficiou a 71% da população favelada. Nessas comunidades, o numero de pessoas ocupadas se parece com o restante da cidade: 23% trabalham no local e 37% no entorno, o que mostra que o transporte não é um gargalo. A escola pública ali é bem avaliada.

4. Sendo assim, qual é a demanda essencial? Por larga margem, a segurança. Estado e sociedade estão presentes nas favelas. Mas não o policiamento ostensivo.

Trechos do Editorial de O Globo de 20/11/2009.

Enviado pelo Ex-Blog do Cesar Maia.

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E por falar na capital...


Praia de Copacabana no feriadão da Consciência Negra (Foto Agência Estado)

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E por falar em belas cantoras...








A maravilhosa Joss Stone se apresentou sábado no Rio

Fotos AgNews publicadas no UOL Música.

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