Já estão à venda os novos cartões-postais Resende de ORo

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

O novo livro

Carlos Heitor Cony, na Folha Online

A Amazon vendeu, em todo o mundo, 9,5 milhões de kindles (no dia 14/12), dando a média de 110 aparelhinhos por segundo. A rival, a Barnes & Noble, que produz o Nook, teve problemas de distribuição e deve ter vendido um pouco menos. A soma das vendas dos livros eletrônicos, neste Natal, nos Estados Unidos, deve ter superado a venda dos impressos no mesmo período.

Surpresa? Acho que não. O mundo gira, a Lusitana roda, o Frederico trota e a informática está deixando a idade das cavernas e se apresenta ao mundo mais ou menos como a Bíblia de Gutenberg, depois da invenção dos tipos móveis que aposentaram, industrialmente falando, os manuscritos em pergaminho ou papiro em que os monges, na Antiguidade e ao longo da Idade Média, procuraram guardar e transmitir o patrimônio religioso, artístico e cultural da humanidade.

O fim do livro feito de papel e tinta é uma das perguntas mais recorrentes em todas as palestras e mesas-redondas de que participo. O mesmo ocorre com outros escritores. Evidente que o livro impresso ainda continuará a transmitir história, ciência e meditação às novas gerações, mas o livro eletrônico fatalmente ocupará o vácuo deixado pelas editoras tradicionais. Um simples Kindle pode armazenar uma enciclopédia, a obra completa de Shakespeare ou Balzac.

Mesmo assim, o livro tal como hoje o conhecemos não morrerá de todo. Outro dia, mexendo nuns livros antigos, abri um volume de Tagore, dei com um belo poema do poeta indiano que ganhou o Nobel. Havia uma pétala de flor marcando aquela página, uma flor vermelha que o tempo descorara, mas continuava flor. Ao ler aquele poema, eu colocara aquela pétala assinalando uma emoção que recriei com o mesmo encanto e admiração.

Enviado por JEO Bruno.

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quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Aos amigos do RA

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terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Enquanto isso, no planalto central...


Arte digital do grande Guto Cassiano

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O verdadeiro trenó de Papai Noel


Foto AFP publicada no UOL Imagens

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domingo, 20 de dezembro de 2009

Música de domingo


Mina de céu azul

E se a companhia de mineração de céu azul não vier
para meu resgate,
Se a companhia de refino de açúcar não me salvar,
Quem me salvará?

No final a chuva desce,
Limpa as ruas de uma cidade de céu azul.

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sábado, 19 de dezembro de 2009

Enquanto isso, em Washington...


A Casa Branca decorada para o Natal (Foto AP)

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E por falar em Vitor Fasano...


Veja o que o bofe que encantou Dilma Roskoff publicou no Twitter enquanto representava o partido Democratas na Conferência do Clima em Copenhague:

1. Nada mais inteligente do que escolher esta cidade para discutir o clima. Me sinto num eterno ar condicionado.

2. Quero apresentar a proposta de "arcondicionadização" nas metrópoles. Ar condicionado é um direito de todos. Uma conquista da humanidade.

Pitaco do RA: Enfim...

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Dilma Roskoff se encanta com Vitor Fasano


Da Coluna do Ancelmo, em O Globo

Quarta-feira passada, em Copenhague, a ministra Dilma Rousseff parecia sinceramente encantada com o ator Vitor Fasano, representante do movimento "Amazônia Para Sempre", que conseguiu 1,2 milhão de assinaturas em defesa da floresta.

Na verdade, Vitor Fasano - que representa permanentemente o "Amazônia Para Sempre" - está em Copenhague na Conferência do Clima representando o Democratas, de forma a subsidiar e orientar o partido em relação à questão ambiental.

Pitaco do RA: Agora, imagine só a Dilma Roskoff presidente da República e o Vitor Fasano primeiro homem (ou primeiro marido ou primeiro senhor)... Sei não, mas acho que isso autoriza um pedido de asilo em qualquer embaixada.

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Toninho, o Audaz, hoje em Penedo




Belas fotos de Cristiano Quintino

Um dos nomes mais importantes da música mineira e componente do lendário Clube da Esquina, Toninho Horta se apresenta hoje, dia 19, às 21h, no Jazz Village Bistrô, em Penedo (Itatiaia).

No show que fará na colônia finlandesa, Toninho apresentará seus grandes sucessos, alguns feitos em parceria com Milton Nascimento, e também novas composições lançadas em seus últimos discos.

O ingresso custa R$ 40,00 e pode ser adquirido na loja Tênis.com, no Resende Shopping, ou na recepção do Hotel Pequena Suécia, onde funciona a casa de espetáculos.

Outras informações no telefone (24) 3351-1275.

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quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

O resto (segurança, educação, etc) vem depois


Publicado em O Globo (para ler, clique na imagem)

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Lula e Dilma se casam na Bahia




Acima, uma cópia da certidão falsificada com os nomes de Lula e Dilma feita por um usuário revoltado com os serviços do cartório. O documento foi autenticado sem a verificação dos dados mediante uma propina de R$ 8,00.

Visto no Correio da Bahia.

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terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Custou mas demorou


Medida amplamente justa

Do Extra Online

O consumidor que for vítima de apagão (amplo ou não) terá que ser ressarcido em até 15 vezes o valor do período em que ficar sem luz. A proposta, da Aneel, deverá valer a partir do mês que vem. O reembolso virá na conta do mês seguinte à ocorrência da falta de energia.

Pitaco do RA: Aleluia, aleluia, aleluia!!! Finalmente, poderemos dar o troco (no caso, receber) na concessionária de energia elétrica que nos brinda regularmente com seus amplos apagões. Será que agora ficaremos livres dessa chateação que já dura (segundo os meus cálculos) mais de 20 anos? Se não, pelo menos não pagaremos mais pelos longos momentos de escuridão compulsória e repentina. Em todo caso, é amplamente aconselhável continuar mantendo uma caixa de velas sempre à mão. Ainda é cedo para garantir que Resende sairá de sua ampla e vergonhosa Idade das Trevas.

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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Dessa vez, o 'sapato' acertou o alvo


Vídeo do Portal G1

O primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi continua internado no hospital San Raffaele, em Milão, depois de ter sido atingido - no início da noite de ontem - por uma miniatura de metal do Duomo de Milão, um objeto vendido para turistas, atirada por um homem de 42 anos que sofre de problemas psiquiátricos.

Berlusconi foi submetido a exames, que apontaram fraturas no septo nasal e em dois dentes, um deles em estado grave, e um ferimento no lábio superior.

O agressor, Massimo Tartaglia, foi levado para uma cela isolada em Milão e está sob vigilância permanente. O pai de Tartaglia telefonou no domingo à noite para o hospital e se disse "consternado" com a atitude do filho.

Informações da Folha Online editadas pelo RA.

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domingo, 13 de dezembro de 2009

Picaretagem espanhola


Lula é uma das 100 Personalidades do Ano segundo o jornal El País

E aí você pensa: "pô, cara, legal, nosso presidente numa lista espanhola dos melhores de 2009" - e nem imagina que ao lado dele aparece... quem? quem? Dilma Roskoff!!! E pior (se isso é possível): o perfil dedicado a ela é assinado por nada mais, nada menos que (veja só!) Marco Aurélio Garcia, assessor especial da Presidência da República.

E aí, nós aqui do RA - de plantão em pleno domingo - perguntamos inocentemente: pode uma coisa dessa? Uma mulher que ainda não existe politicamente (de acordo com Fernando Henrique Cardoso) ser eleita personalidade do ano por um dos mais importantes jornais europeus? E com um perfil altamente bajulativo escrito por um dos articuladores de sua campanha presidencial?

Caramba, El País, hasta tu?

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sábado, 12 de dezembro de 2009

Música de sábado


Que você fique jovem para sempre

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Eternamente jovem


Do JB Online

"Compus esta música pensando um um de meus filhos sem querer ser sentimental demais", escreve Dylan em suas memórias. "Os versos vieram a mim, verteram num minuto."

Composta em 1974, Forever Young marcou gerações e inspirou um jovem ilustrador, que soube transformar a bela letra da canção em livro infantil de título homônimo, publicado pela Martins Fontes.

O livro é uma transcrição exata da música que ganha dimensões únicas com as imagens. A canção clássica dá o recado para crianças e adultos: manter o espírito jovem mesmo quando as circunstâncias parecem difíceis. O livro conta a história de um garoto que, como Dylan, sonha em ser cantor folk e viver em uma mundo mais justo e sem guerras .

Quem é fã sabe

O talento de Paul Rogers se traduz em desenhos de estilo simples, mas cheio de personalidade e de pequenos detalhes que o próprio ilustrador revela ao final do livro - mas não todos para não perder o gostinho da descoberta. Há referências marcantes às décadas de 60 e 70, como ícones da música, escritores da geração beat, livros e discos que influenciaram Dylan, além de elementos peculiares que só quem é fã conhece.

Paul Rogers conta que ouviu com atenção cada álbum de Dylan enquanto criava as ilustrações para o livro. "Tive tempo para pensar nas pessoas que lhe serviram de inspiração e em como sua música inspirou tanta gente", escreve numa nota do volume.

O ilustrador americano prova que ouviu e ouviu muito bem toda a obra de compositor e cantor a partir de sutis detalhes: o grande Woody Guthrie, importante influência para Dylan; o Café Wha?, onde tocou pela primeira vez quando chegou a Nova York; um ambulante que vendia discos numa bicicleta adaptada na 4th Street nos anos 60; o notável cartaz de Milton Glaser para Bob Dylan's greatest hits (1967); a presença de Martin Luther King Jr., Albert Einstein, John Lennon, Paul McCartney e outros em uma manifestação pela paz.

Um livro para se ouvir lendo ou ler ouvindo? Rogers dá a sugestão: "Pegue alguns álbuns de Dylan, sente-se, ouça a canção, folheie o livro e veja o que consegue encontrar".

Dica natalina do RA: "Forever Young" está sendo vendido a R$ 39,80 e pode ser comprado aqui.

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Ao gosto do freguês


Manchete da Folha Online

Manchete do JB Online

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sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

'Não existe aquecimento global'

Do UOL Ciência e Saúde

Com 40 anos de experiência em estudos do clima no planeta, o meteorologista da Universidade Federal de Alagoas Luiz Carlos Molion, doutor em Meteorologia pela Universidade de Wisconsin (EUA) e representante da América Latina junto à Organização Meteorológica Mundial, apresenta ao mundo o discurso inverso ao defendido pela maioria dos climatologistas.


Foto Agência Free Lancer

UOL: Enquanto todos os países discutem formas de reduzir a emissão de gases na atmosfera para conter o aquecimento global, o senhor afirma que a Terra está esfriando. Por quê?

Luiz Carlos Molion: Essas variações não são cíclicas, mas são repetitivas. O certo é que quem comanda o clima global não é o CO2. Pelo contrário! Ele é uma resposta. Isso já foi mostrado por vários experimentos. Se não é o CO2, o que controla o clima? O sol, que é a fonte principal de energia para todo sistema climático. E há um período de 90 anos, aproximadamente, em que ele passa de atividade máxima para mínima. Registros de atividade solar, da época de Galileu, mostram que, por exemplo, o sol esteve em baixa atividade em 1820, no final do século 19 e no inicio do século 20. Agora o sol deve repetir esse pico, passando os próximos 22, 24 anos, com baixa atividade.

UOL: Isso vai diminuir a temperatura da Terra?

Molion: Vai diminuir a radiação que chega e isso vai contribuir para diminuir a temperatura global. Mas tem outro fator interno que vai reduzir o clima global: os oceanos e a grande quantidade de calor armazenada neles. Hoje em dia, existem boias que têm a capacidade de mergulhar até 2.000 metros de profundidade e se deslocar com as correntes. Elas vão registrando temperatura, salinidade, e fazem uma amostragem. Essas boias indicam que os oceanos estão perdendo calor. Como eles constituem 71% da superfície terrestre, claro que têm um papel importante no clima da Terra. O oceano Pacífico representa 35% da superfície, e ele tem dado mostras de que está se resfriando desde 1999, 2000. Da última vez que ele ficou frio na região tropical foi entre 1947 e 1976. Portanto, permaneceu 30 anos resfriado.

UOL: Esse resfriamento vai se repetir, então, nos próximos anos?

Molion: Naquela época houve redução de temperatura, e houve a coincidência da segunda Guerra Mundial, quando a globalização começou pra valer. Para produzir, os países tinham que consumir mais petróleo e carvão, e as emissões de carbono se intensificaram. Mas durante 30 anos houve resfriamento e se falava até em uma nova era glacial. Depois, por coincidência, na metade de 1976 o oceano ficou quente e houve um aquecimento da temperatura global. Surgiram então umas pessoas - algumas das que falavam da nova era glacial - que disseram que estava ocorrendo um aquecimento e que o homem era responsável por isso.

UOL: O senhor diz que o Pacífico esfriou, mas as temperaturas médias da Terra estão maiores, segundo a maioria dos estudos apresentados.

Molion: Depende de como se mede.

UOL: Mede-se errado hoje?

Molion: Não é um problema de medir, em si, mas as estações estão sendo utilizadas, infelizmente, com um viés de que há aquecimento.

UOL: O senhor está afirmando que há direcionamento?

Molion: Há. Umas seis semanas atrás, hackers entraram nos computadores da East Anglia, na Inglaterra, que é um braço direto do IPCC [Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática], e eles baixaram mais de mil e-mails. Alguns deles são comprometedores. Manipularam uma série para que, ao invés de mostrar um resfriamento, mostrassem um aquecimento.

UOL: Então o senhor garante existir uma manipulação?

Molion: Se você não quiser usar um termo tão forte, digamos que eles são ajustados para mostrar um aquecimento que não é verdadeiro.

UOL: Se há tantos dados técnicos, por que essa discussão de aquecimento global? Os governos têm conhecimento disso ou eles também são enganados?

Molion: Essa é a grande dúvida. Na verdade, o aquecimento não é mais um assunto científico, embora alguns cientistas se engajem nisso. Ele passou a ser uma plataforma política e econômica. Da maneira como vejo, reduzir as emissões é reduzir a geração da energia elétrica, que é a base do desenvolvimento em qualquer lugar do mundo. Como existem países que têm a sua matriz calcada nos combustíveis fósseis, não há como diminuir a geração de energia elétrica sem reduzir a produção.

UOL: Isso traria um reflexo maior aos países ricos ou pobres?

Molion: O efeito maior seria aos países em desenvolvimento, certamente. Os desenvolvidos já têm uma estabilidade e podem reduzir marginalmente, por exemplo, melhorando o consumo dos aparelhos elétricos. Mas o aumento populacional vai exigir maior consumo. Se minha visão estiver correta, os paises fora dos trópicos vão sofrer um resfriamento global. E vão ter que consumir mais energia para não morrer de frio. E isso atinge todos os países desenvolvidos.

UOL: O senhor, então, contesta qualquer influência do homem na mudança de temperatura da Terra?

Molion: Os fluxos naturais dos oceanos, polos, vulcões e vegetação somam 200 bilhões de emissões por ano. A incerteza que temos desse número é de 40 bilhões para cima ou para baixo. O homem coloca apenas 6 bilhões, portanto a emissões humanas representam 3%. Se nessa conferência conseguirem reduzir a emissão pela metade, o que são 3 bilhões de toneladas em meio a 200 bilhões? Não vai mudar absolutamente nada no clima.

UOL: O senhor defende, então, que o Brasil não deveria assinar esse novo protocolo?

Molion: Dos quatro do bloco do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), o Brasil é o único que aceita as coisas, que "abana o rabo" para essas questões. A Rússia não está nem aí, a China vai assinar por aparência. No Brasil, a maior parte das nossas emissões vem da queimadas, que significa a destruição das florestas. Tomara que nessa conferência saia alguma coisa boa para reduzir a destruição das florestas.

UOL: Mas a redução de emissões não traria nenhum benefício à humanidade?

Molion: A mídia coloca o CO2 como vilão, como um poluente, e não é. Ele é o gás da vida. Está provado que quando você dobra o CO2, a produção das plantas aumenta. Eu concordo que combustíveis fósseis sejam poluentes. Mas não por conta do CO2, e sim por causa dos outros constituintes, como o enxofre, por exemplo. Quando liberado, ele se combina com a umidade do ar e se transforma em gotícula de ácido sulfúrico e as pessoas inalam isso. Aí vêm os problemas pulmonares.

UOL: Se não há mecanismos capazes de medir a temperatura média da Terra, como o senhor prova que a temperatura está baixando?

Molion: A gente vê o resfriamento com invernos mais frios, geadas mais fortes, tardias e antecipadas. Veja o que aconteceu este ano no Canadá. Eles plantaram em abril, como sempre, e em 10 de junho houve uma geada severa que matou tudo e eles tiveram que replantar. Mas era fim da primavera, inicio de verão, e deveria ser quente. O Brasil sofre a mesma coisa. Em 1947, última vez que passamos por uma situação dessas, a frequência de geadas foi tão grande que acabou com a plantação de café no Paraná.

UOL: E quanto ao derretimento das geleiras?

Molion: Essa afirmação é fantasiosa. Na realidade, o que derrete é o gelo flutuante. E ele não aumenta o nível do mar.

UOL: Mas o mar não está avançando?

Molion: Não está. Há uma foto feita por desbravadores da Austrália em 1841 de uma marca onde estava o nível do mar, e hoje ela está no mesmo nível. Existem os lugares onde o mar avança e outros onde ele retrocede, mas não tem relação com a temperatura global.

UOL: O senhor viu algum avanço com o Protocolo de Kyoto?

Molion: Nenhum. Entre 2002 e 2008, se propunham a reduzir em 5,2% as emissões e até agora as emissões continuam aumentando. Na Europa não houve redução nenhuma. Virou discursos de políticos que querem ser amigos do ambiente e ao mesmo tempo fazer crer que países subdesenvolvidos ou emergentes vão contribuir com um aquecimento. Considero como uma atitude neocolonialista.

UOL: O que a convenção de Copenhague poderia discutir de útil para o meio ambiente?

Molion: Certamente não seriam as emissões. Carbono não controla o clima. O que poderia ser discutido seria: melhorar as condições de prever os eventos, como grandes tempestades, furacões, secas; e buscar produzir adaptações do ser humano a isso, como produções de plantas que se adaptassem ao sertão nordestino, como menor necessidade de água. E com isso, reduzir as desigualdades sociais do mundo.

UOL: O senhor se sente uma voz solitária nesse discurso contra o aquecimento global?

Molion: Aqui no Brasil há algumas, e é crescente o número de pessoas contra o aquecimento global. O que posso dizer é que sou pioneiro. Um problema é que quem não é a favor do aquecimento global sofre retaliações, têm seus projetos reprovados e seus artigos não são aceitos para publicação. E eles (governos) estão prejudicando a Nação, a sociedade, e não a minha pessoa.

Matéria editada pelo RA.

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'Dilma ainda não existe'

Sérgio Dávila, na Folha Online

Pré-candidata petista à sucessão presidencial, a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) não decola nas pesquisas porque não existe de fato, sua candidatura é uma decisão tomada unilateralmente pelo presidente Lula. A opinião é do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Para ele, Dilma "é candidata de Lula, ainda não é do partido, porque Lula nunca perguntou (ao PT) e nem mesmo a ela, ele decidiu. Então, para a opinião pública, quem existe até agora é Lula, não uma candidata".

Em Washington, o tucano comentou ainda sobre a capacidade de Lula de transferir votos para Dilma, que tem ficado em segundo lugar nas pesquisas no cenário mais provável para a disputa.

"Mas (ele) já fez isso! Ela não tinha nada, zero, nunca teve posição política, nunca foi candidata, ninguém a conhece."

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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Aposentar jamais


Sir Paul e seu histórico baixo Hofner

Em entrevista à Q - principal revista de música publicada na Grâ-Bretanha -, Paul McCartney desmentiu rumores de uma possível aposentadoria:

- Sinto-me muito bem. Por que me aposentaria? Sentado em casa e vendo televisão? Não, obrigado. Prefiro tocar.

Paul é um dos Artistas do Século eleitos pela revista. Ao seu lado estão, entre outros, Amy Winehouse, U2, Oasis, Robert Plant, Nick Cave e Green Day.

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Só no ano que vem


Nas telonas brasileiras a partir de março de 2010

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Mais recursos para a segurança no Rio

Do Portal G1

O ministro da Justiça, Tarso Genro, anunciou nesta quinta-feira que vai aumentar os recursos do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci) destinados ao Rio. De acordo com informações divulgadas pelo Ministério da Justiça, o objetivo é investir anualmente R$ 900 milhões até as Olimpíadas de 2016, para o projeto de segurança dos jogos.

Segundo o ministério, os recursos deverão reforçar ações em andamento do Pronasci no Rio, como o Bolsa Formação, que investe na capacitação de policiais, e a implantação de Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs). Oito comunidades cariocas já são beneficiadas pelo trabalho das UPPs e a meta do Ministério da Justiça é criar 50 outras unidades até 2016.

"Com o Pronasci conseguimos triplicar os investimentos em segurança pública, mas precisamos investir ainda mais", disse o ministro, após a abertura do I Seminário de Prevenção da Violência: Avanços e Desafios do Pronasci, no Rio.

Já o governador Sérgio Cabral afirmou que as UPPs vêm trazendo bons resultados para o estado.

"O Pronasci é a mãe das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs). Na Cidade de Deus e no Batan, por exemplo, as pessoas podem entrar e sair a hora que quiserem", disse.

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É possível uma favela sem traficantes?

Juan Arias, no El País

Desde agora até 2016, ano dos Jogos Olímpicos, as autoridades cariocas têm diante de si um desafio histórico: a pacificação de, se não todas, ao menos as principais e mais violentas das 1.020 favelas do Rio, que abrigam cerca de 2 milhões de habitantes, um quinto da população total, que supera os 10 milhões.

As primeiras atuações do governo brasileiro nesse sentido são positivas. Em umas seis ou sete favelas, os traficantes de drogas saíram depois da ocupação permanentemente das forças policiais, que antes subiam os morros somente em operações especiais para combater o tráfico.

Sem dúvida, os problemas são muitos e de difícil solução, como reconhece César Maia, que foi prefeito do Rio em diversas ocasiões e é um profundo conhecedor dos segredos da cidade.

Em primeiro lugar, é necessário — como já foi feito na Colômbia — fortalecer a segurança e a vigilância nos arredores das favelas pacificadas. De outro modo, os traficantes mudam-se para outras zonas da cidade, levando consigo a violência que, antes, exerciam nas favelas. Isso já tem ocorrido nos últimos meses, por exemplo no bairro de Copacabana, que se transformou em cenário de uma autêntica guerrilha urbana, com traficantes obrigando comerciantes a fecharem suas lojas.

Outro ponto chave é conseguir que nas favelas pacificadas não diminua o índice de crescimento econômico, algo que afeta diretamente os seus habitantes que, muitas vezes temem mais a força bruta da polícia - que, segundo eles, só gera mais violência - que a dos traficantes. Porque estes, frequentemente, acabam convertendo-se em mecenas dos mais pobres, oferecendo ajudas concretas, como serviços públicos gratuitos, atendimento médico, ambulâncias, etc.

Ao mesmo tempo, a presença dos traficantes nas favelas, com seus pontos de venda de drogas, favorece uma atividade econômica em bares, lojas e locais de diversão. Inclusive, chegam a patrocinar festas para os jovens. E permitem a eles ter luz, acesso à Internet, gás... gratuitamente. Tudo isso deixa de ser possível quando entra o Estado e, com ele, a legalidade.

Segundo alguns analistas, ao mesmo tempo que expulsa os traficantes das favelas, o governo deveria dar às famílias compensações econômicas, tais como a tão desejada propriedade de seus barracos que, em muitos lugares, chegam a ser verdadeiras casas. Com isso, seus habitantes tornariam-se cidadãos de fato, capazes de ter um endereço de correio e de abrir conta em banco, já que passariam à legalidade. Vários programas anunciados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, sobretudo quanto à criação de infraestruturas de caráter social e desportivo, caminham nessa direção.

Alguns dos habitantes da Cidade Partida, como batizou o Rio de Janeiro o escritor Zuenir Ventura, os que vivem debaixo das favelas, os privilegiados, estão contentes com os esforços de pacificação desses bairros pobres e até se emocionam com a possibilidade de visitá-los sem perigo. O grande temor se expressa na pergunta que fazem os cidadãos, através de muitas cartas dirigidas aos jornais: por que as autoridades, ao invés de expulsar os traficantes das favelas - que acabam indo para outros lugares da cidade -, não os prendem e julgam?

Matéria traduzida e editada pelo RA.

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Police para quem precisa


Sincronicidade é isso aí

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terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Toda tarde é tudo sempre igual


Chuva e engarrafamento às 19:13

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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Cores de uma segunda-feira gloriosa


Garotas rubro-negras na Ponte Velha

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Em todos os jornais


Foto feita às 11:36

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Aviso aos navegantes

Caso alguém, por algum motivo, se sentir ofendido ao aparecer em uma das fotos de rua publicadas no Resende Afora, basta nos enviar uma mensagem (resendeafora.hotmail.com) que providenciaremos a imediata exclusão da imagem.

Este é mais um serviço de utilidade pública do RA, servindo bem para servir sempre.

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domingo, 6 de dezembro de 2009

Vencer, vencer, vencer, vencer, vencer, vencer!














Fotos UOL, EFE, AP e Folha Imagem publicadas no UOL Esporte

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Mais imagens de um domengo histórico






















Meeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeennnnnnnnnnnnnnnnngo

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Imagem de domengo


Fé inabalável na vitória

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Música de domingo


Vivendo no campo

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sábado, 5 de dezembro de 2009

Imagens de sábado






Fotos feitas entre 11:02 e 11:05

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Novo lançamento

Piada ouvida hoje no Calçadão

Para se adaptar ao novo trânsito de Resende, a montadora Peugeot-Citröen, instalada em Porto Real, vai lançar um modelo de carro que só anda de marcha à ré chuan.

Pitaco do RA: Que maldade...

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Um dia de chuva, outro também


























Fotos feitas nos últimos 10 dias

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