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segunda-feira, 21 de abril de 2008

Volto a afirmar: Eles são inocentes!


Anna Carolina Jatobá


Alexandre Nardoni


O casal foi entrevistado ontem à noite no Fantástico


Pelo repórter Valmir Salaro


Anna Carolina disse mais uma vez que adorava Isabella


Que é um absurdo culpá-los pela morte da menina


Alexandre lembra das brincadeiras que a filha mais gostava


Diz que a família sempre foi muito unida


Que Deus é testemunha da inocência deles


E que não descansará enquanto não encontrar o assassino de Isabella

Imagens da Rede Globo reproduzidas pelo RA.

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6 Comments:

At 21/4/08 18:12, Anonymous Anônimo said...

Sim super inocentes!!
acho que papai noel tentando entregar o presente de natal adianta e que jogou a menina, pois nao queria que sua identidade fosse revelada.

 
At 21/4/08 19:14, Anonymous Otacílio said...

É, caro anônimo... Pensando bem, esta sua tese faz mais sentido do que a defendida pela valorosa polícia paulistana! Sabe que isso nem tinha passado pela minha cabeça?

 
At 22/4/08 00:18, Blogger Lu Gastão said...

Otacílio,
só há dois tipos de criminosos. Os que confessam o crime e os que negam até a morte.

Adorei um comentário de um psicanalista que falou sobre as imagens do fantástico. Quem acha que eles são inocentes vão olhar a imagem econtinuar achando inocentes. Quem acha que são culpados, vão continuar achando que eles são culpados.

eu acho que eles são culpados. Mas isso não interessa. O que interessa são as provas, e elas, estão todas contra eles.

abraço
lu gastão

 
At 22/4/08 02:45, Anonymous otacilio said...

Grande Lu! Concordo com você quanto à importância da empatia (ou simpatia) do julgador em relação ao suspeito. É uma questão de fôro (já que estamos tratando de um crime) íntimo. Por isso, a lógica, nesse caso, não é determinante. O que vale é a maneira de olhar, de falar, de agir, de emocionar.

E anteontem, vendo e ouvindo o casal Nardoni no Fantástico, não passou pela minha cabeça - nem por um instante - que os dois pudessem ter matado a filha/enteada Isabella. Muito pelo contrário: agora estou ainda mais convencido da inocência deles.

E o motivo principal da minha crença está numa única frase dita por Alexandre Nardoni: "a nossa vida agora acabou!" Esta, sim, é uma verdade irrefutável, que não precisa de perícia técnica para ser comprovada.

Pois todos concordam que, qualquer que seja o resultado das investigações, a vida de fato acabou para os Nardoni. Se não forem para a cadeia, vão passar o resto dos dias em prisão domiciliar voluntária, temendo a reação das pessoas nas ruas.

Depois, sem empregos, sem amigos, sem liberdade sequer de ir até a padaria do bairro, vão fazer o quê da vida? Se a idéia era fugir, sair do país, sumir no mundo, eles já teriam feito isso há muito tempo.

E este é, para mim, o X da questão: se a realidade de uma vida mentirosa é tão cruel para eles, por que esconder a verdade? O que eles ganhariam com isso? A liberdade, se nem mesmo a absolvição do júri pode libertá-los?

Todos nós sabemos que existe uma única hipótese de libertação para o casal: a descoberta do verdadeiro culpado do crime. Se isso não acontecer, eles certamente serão condenados, inocentes ou não.

E se são culpados, eles sabem muito bem que essa hipótese é impossível. Será, então, que esperam que algum voluntário se apresente para ocupar o lugar deles na prisão?

Diante dessas questões - e não diante das supostas provas colhidas até agora pela polícia - é que eu analiso o caso Isabella.

Me ponho sempre no lugar do pai da menina para perguntar se eu, no pior dos meus dias, seria capaz de matar uma filha de cinco anos, atirando-a pela janela como se fosse um saco de lixo.

Caso Alexandre Nardoni fosse outra pessoa, bem diferente daquela que apareceu anteontem no Fantástico, eu poderia muito bem mudar de opinião quanto à sua inocência (e isso vale também para a esposa Anna Carolina).

Mas um pai que fala com tanto carinho da filha que acabou de enterrar, que se emociona ao lembrar das brincadeiras que os dois gostavam de brincar e que afirma repetidas vezes que ela era a coisa mais importante da vida dele de um jeito que só os pais amorosos são capazes de dizer, um pai assim não pode ser um assassino tão cruel.

É nisso que eu acredito, grande Lu, e espero não ter me enganado em relação aos limites da maldade humana.

Grande abraço.

 
At 8/11/08 17:50, Anonymous Anônimo said...

ESPERO QUE COMAM O CUZINHO GOSTOSO DESSA MADRASTA MALVADA, ENCIMA DA MESA DE INTERROGATÓRIO!!!

 
At 8/11/08 17:55, Anonymous Anônimo said...

ELA QUE PREPARE ESSE "JATOBÁ" APERTADO, POIS, MINHA VASILINA ACABOU!

 

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