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quinta-feira, 28 de julho de 2005

Exército brasileiro faz manobras na fronteira com o Paraguai

Do jornal paraguaio ABC Color:

"O Exército brasileiro realizou exercícios de guerra na fronteira com o Paraguai coincidentemente com a presença de tropas norte-americanas em nosso país e na zona de fronteira com o Brasil. Um grupo de paraquedistas simulou a ocupação da estação de Furnas que é encarregada de distribuir a energia de Itaipu. Autoridades brasileiras disseram que foi uma manobra de rotina com o objetivo de treinar os militares para ocupar uma cidade em situação de conflito bélico.

Mais de 300 militares da Brigada de Infantaria de Paraquedistas do Rio de Janeiro, juntamente com efetivos do 34º Batalhão de Infantaria Motorizada de Foz de Iguaçu, participaram da chamada "Operação Relâmpago", que é a maior manobra militar realizada naquela região.

Sugestivamente, essa manobra sem precedentes coincide com a presença de 46 militares dos Estados Unidos em nosso país para a realização de operações conjuntas com seus pares paraguaios e com o momento em que se discute o suposto interesse norte-americano de criar uma base militar na zona de Canindeyú."

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3 Comments:

At 28/7/05 22:30, Anonymous André Whately said...

Grande Otacílio, muitos já me disseram, não sei se é verdade ou exagero do pessoal, mas é o seguinte..."as aulas de Geografia nos U.S.A., nos mapas a região do Amazonas não pertence ao Brasil e sim ao mundo...inclusive apontado no mapa, com descrição e tudo!!!
Vendo agora essa manobra no Paraguai, talvez nunca alí tenha sido o Paraguai!!! Daí falarem tanto da semelhança com o que não é legítimo!!!Faz sentido.
André Whately

 
At 28/7/05 23:00, Anonymous Otacílio said...

Pois é, grande André! Talvez o Paraguai seja mesmo mais embaixo. Abraço,
Otacílio

 
At 29/7/05 10:57, Anonymous acacio alves pinto said...

Grande Cilim.
O que o André disse é verdadeiro (eu tenho uma foto da página do livro de escola americano divulgada pela Internet por uma mãe brasileira residente nos EUA). Prestei muita atenção e notei uma coincidência danada no seguinte: o Pasquim (grande Pasquim), não o Pasquim 21 do Ziraldo, publicou duas reportagens interessantes. Uma com declarações dos engenheiros da Itaipú Binacional, afirmando que receberam ordens para elevar mais 20 metros na barragem da represa da hidrelétrica. Ponderaram que isso prejudicaria a beleza das cataratas. Foi dito a eles pelos dirigentes que a ordem "veio de cima" e era para ser cumprida e não discutida. A outra reportagem foi a publicação (na íntegra) de um contrato multinacional levado a efeito, se me lembro bem, em Antuérpia, na Bélgica, em que ficou decidida a destinação da Amazônia (do Brasil e adjacências) como reserva mundial, e a reportagem ainda dizia que tudo foi feito com a anuência do Ministério do Exterior da época. Outra providência, a ser lembrada, foi a Eco 92 (ao tempo do Fernando, o Collor), quando mais de uma centena de representantes de governos mundiais vieram ao Brasil e, por incrivel que pareça ficaram em trânsito apenas no eixo Rio de Janeiro/Manaus, não tendo sido explicado o significado desse procedimento. Foi dito apenas que eram estudos e tratados de Ecologia. Lembro-me de terem sido notados dois fatos intrigantes, pela Tribuna da Imprensa, na época: os representantes dos paizes visistantes não se preocuparam em visitar Brasilia, ao menos para cumprimentar o Presidente; o Príncipe consorte (acho que é assim que chamam o marido da rainha da Inglaterra) veio ao Brasil quatro (4) vezes em um ano(pasmem) e em todas as vezes só foi a Manaus, não tendo ido a Brasilia nem uma vez sequer. Na época pareceu muito suspeito esse gesto. Que tipo de interesse por Manaus poderia haver por parte do representante da Inglaterra? Alguma fazenda? Ou madeireira? Sei lá, mas que é intrigante, isso é!
Considerando que quase à mesma época ocorreu o famoso "impeachment" do presidente à época (Collor) e que acabou não ocorrendo (por causa da renúncia do reu), temos que ficar "com as barbas de molho", como diz o ditado.
Bem, agora tem essa de exércitos estarem rodeando Itaipú. Como cidadão e como observador, acho muito estranho, também. Bom, por hoje é só. Até mais. Acácio.

 

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