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quarta-feira, 17 de junho de 2009

Liberdade ainda que tardia

Os jornalistas Mino Carta, Alberto Dines, Élio Gaspari, José Hamilton Ribeiro, Hélio Fernandes, Sebastião Nery, Villas-Bôas Corrêa, Joel Silveira, Paulo Francis, Ivan Lessa, Carlos Castello Branco, Zózimo Barroso do Amaral, Zuenir Ventura, Jânio de Freitas, Cláudio Abramo, Newton Carlos, Paulo Mendes Campos, Orígenes Lessa, Otto Maria Carpeaux, Nelson Rodrigues, Antônio Maria, Antônio Callado, Sérgio Porto, Fernando Gabeira, Carlos Heitor Cony, Ricardo Kotscho, Sérgio Augusto, Augusto Nunes, Newton Rodrigues, Samuel Wainer, Moacyr Werneck de Castro e todos os que trabalharam nos jornais O Globo, Jornal do Brasil, Última Hora, O Dia, Tribuna da Imprensa, Correio da Manhã, O Estado de São Paulo, Folha de São Paulo, Folha da Tarde, O Pasquim, Estado de Minas, Zero Hora e nas revistas O Cruzeiro, Manchete, Realidade e Veja - até meados da década de 1970 - nunca frequentaram uma única aula de um curso superior de jornalismo. No entanto, eles (os jornalistas, os jornais e as revistas onde trabalharam) são considerados, até hoje, os melhores da história da grande imprensa brasileira, os exemplos a serem seguidos. A todos - e a muitos outros que serão citados posteriormente - uma emocionada homenagem do RA no dia em que nós, jornalistas por vocação e talento (que é o que verdadeiramente importa), ficamos LIVRES da obrigatoriedade de diploma para exercer a nossa profissão.

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