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quinta-feira, 12 de julho de 2012

Perdas de Eike determinam o fim do sonho brasileiro

Da Exame.com

Quando Eike Batista fazia propaganda dos US$ 6 bilhões em ofertas de ações nos últimos seis anos, ele estava vendendo mais do que suas novas empresas interligadas no setor de commodities. Ele estava vendendo o Brasil.

É por isso que, quando a petrolífera do bilionário reduziu as metas de produção menos de seis meses após extrair o primeiro barril - ampliando uma onda de vendas que eliminou US$ 15 bilhões do patrimônio dele e US$ 21 bilhões em valor de mercado em três meses -, os investidores também questionaram a visão do empresário sobre o Brasil como novo motor da economia mundial.

Eike, 55 anos, tornou-se o homem mais rico do país aproveitando uma onda de otimismo em relação às perspectivas locais, que culminou com a expansão de 7,5 por cento do produto interno bruto em 2010.

Sob o comando da Presidente Dilma Rousseff, o crescimento econômico está estacionado pelo segundo ano seguido. A expansão projetada para 2012 é de 2 por cento, o pior desempenho entre os BRIC, grupo que inclui também Rússia, Índia e China.

"O que está acontecendo com o Eike agora infelizmente é reflexo do que está acontecendo com o país como um todo", disse Simon Nocera, que já foi economista do Fundo Monetário Internacional e hoje preside a Lumen Advisors LLC em São Francisco, na Califórnia. "É mais um daqueles cenários de crescer e se retrair do passado."

Diz o ditado que o Brasil é o país do futuro, sempre será. Nos últimos seis anos, Eike tentou vender a ideia de que o futuro do Brasil finalmente chegou.

"Foi uma história de marketing maravilhosa", disse Nocera. "Quando você faz um monte de promessas, tem que cumprir mais cedo ou mais tarde."

Para ler a matéria completa, entre aqui.

Editado e publicado no Resende Afora.

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