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sábado, 20 de agosto de 2005

Mudanças no RA

Pois é, companheiros navegantes: não sei se vocês repararam, mas ontem (sexta-feira, 19) não postei nada no RA, e o motivo foi absoluta falta de tempo! Depois de um longo e tenebroso inverno (leia-se também verão, outono e primavera), os trabalhos estão agora inundando a minha horta, o que, convenhamos, é uma excelente notícia. O problema é que a atividade blogueira acaba ficando em segundo plano diante das inadiáveis obrigações profissionais. Isso porque, como todo internauta está cansado de saber, os blogs ainda não ajudam ninguém a pagar as contas, os juros, as taxas bancárias, os impostos e, por tabela, o sagrado mensalão dos deputados da base aliada! O jeito é tentar conciliar as duas coisas e, para isso, já estou tomando algumas providências.

A primeira delas é deixar o RA menos verborrágico, ou seja, encurtar ao máximo os posts (grandes matérias e entrevistas quilométricas vão para o Guardaletras, outra filial do RA que deve estreiar amanhã); a segunda é deixar as páginas sempre coloridas, cheias de fotos e ilustrações; a terceira e última providência é falar mais da cidade que dá nome ao blog. Afinal, Tolstói estava coberto de razão quando disse que nos tornamos universais quando cantamos a própria aldeia.

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1 Comments:

At 20/8/05 17:30, Anonymous acacio alves pinto said...

Oi, Cilim.
Gostei da novidade (o ditado diz que a necessidade faz o sapo pular!), e, como de fato, blogs são muito úteis e nos fazem alegres e prazerosos, mas não ajudam muito na hora de atender às despezas e principalmente, muito principalmente, à carrada de impostos que somos obrigados a pagar (por isto chamam-se IMPOSTOS, aliás um dos "primeiros lugares" do Brasil no mundo: a maior carga tributária do Universo) para pagar esses supostos "mensalões" e os fartos ordenados de nossos Ministros, Deputados, Senadores e respectivos familiares (e como tem familiar competente neste Brasil nosso. Basta os candidatos assumirem os mandatos e logo, logo, seus familiares (que, antes, custavam a conseguir um emprego de salário mínimo) se tornam incrivelmente competentes e imprescindiveis à Nação que os sustenta. Dizem que Deus está vendo, mas Êle é muito condescendente com os ricos, eis que o número de pobres e miseráveis é muito superior ao dos ricos. Deus gosta de pobres, com certeza. Bom, eu queria apenas cumprimenta-lo pela novidade, mas esse estado de coisas no Brasil esquenta demais a cabeça da gente.
Abraços,
Acácio.

 

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