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sábado, 2 de julho de 2011

50 anos sem Hemingway


Sem me lembrar dessa data redonda, comecei - anteontem - a reler "Paris é uma festa", livro de memórias do grande (nos dois sentidos) Ernest Hemingway, publicado depois da sua morte em 2 de julho de 1961.

Comprei esse livro - edição da Bertrand Brasil, tradução de Ênio Silveira - na saudosa Cultura & Cia, logo depois do seu lançamento em 2001. Devorei as 236 páginas em poucos dias e, no final, prometi a mim mesmo ler tudo o que conseguisse encontrar de Hemingway que ainda não tivesse lido.

Dez anos depois, ainda não cumpri a promessa e, para falar a verdade, nem sequer tentei. Mas vou aproveitar a ocasião para fazer uma outra, bem mais modesta, que é reler tudo o que eu tenho do autor de "O velho e o mar".

Mais: acabando Hemingway, vou reler os meus Simenon (que, graças à L&PM, são muitos), Raymond Chandler (idem), Fitzgerald, Bukowski, Kerouac e Machado de Assis. Se sobrar tempo (e vida), leio alguma "novidade" com menos de 50 anos de idade.

Publicado no Resende Afora.

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