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sábado, 30 de julho de 2005

Vendo a Fama passar

De olho no global Fama - muito mais pela excelente banda que acompanha os candidatos ao estrelato do que pelos próprios -, me pego embasbacado (como sempre) com a simpatia, com o charme, com a presença de espírito, com a incrível intimidade com o público e com as câmeras e, principalmente, com a beleza luminosa da Angélica. O programa está legal, dedicado ao rock dos anos 80, mas tem uma coisa me incomodando: das seis ou sete músicas apresentadas até agora, nada menos que três são do Cazuza (uma da época do Barão Vermelho e duas da carreira solo). Tudo bem que ele seja um dos maiores representantes dos oitenta, mas eu sempre acho que a Globo - por causa do João Araújo (pai e presidente da Som Livre) e da Lucinha (mãe e incansável batalhadora pela preservação da memória do filho) - sempre puxa um pouco a sardinha para o lado do eterno exagerado. Êpa! Depois de uma inacreditável interpretação de "O caminhoneiro" (rock dos 80??), pintou "Me chama", do Grande Lobo. Por enquanto, nada de Paralamas, da Legião Urbana, do Lulu... Epa 2!! Alguém vai cantar "Será", da Legião! Tá vendo? É só falar...

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