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segunda-feira, 21 de abril de 2008

Quase 300 mil pessoas já viram este vídeo



Da Associated Press

O vídeo de um homem preso em um elevador de Nova York por 41 horas, em episódio ocorrido há oito anos, tornou-se sensação na internet depois que as imagens do circuito interno foram divulgadas.

O filme foi postado na internet como complemento a uma reportagem da última edição da revista The New Yorker e foi visto mais de 283 mil vezes desde o dia 14 de abril. A produção mostra o martírio de Nicholas White no prédio McGraw-Hill, em Nova York, em 15 de outubro de 1999, quando ele ficou preso no elevador por 41 horas.

"Depois de um certo tempo, eu sabia que estava com um grande problema porque era fim de semana", afirmou White ao programa "Good Morning America", da rede de TV norte-americana ABC.

O incidente ocorreu quando White era gerente de produção da revista "Business Week" e, por volta das 23h de uma sexta-feira, saiu para fumar um cigarro. Ao voltar, entrou no elevador nº 30, apertou o botão do 43º andar e começou a subir sozinho em alta velocidade. De repente, as luzes internas piscaram e o elevador parou entre um andar e outro.

Editado com uma trilha sonora de piano clássico, o filme mostra White dando passos, tentando escalar as paredes, deitando e em posição fetal durante o tempo em que ficou preso no local.

White afirmou que entende porque o vídeo chamou a atenção dos internautas: as pessoas ficam pensando o que fariam se algo do tipo acontecesse com elas.

Ele processou os administradores do prédio e a empresa de manutenção do elevador e ganhou uma indenização cujo valor não foi divulgado.

Publicado na Folha Online e editado pelo RA.

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quinta-feira, 17 de abril de 2008

YouTube vence emissoras na audiência de vídeos

Do Portal G1

Uma pesquisa divulgada ontem pela comScore indica que a audiência de vídeos pela internet nos Estados Unidos em fevereiro de 2008 cresceu 66% em relação ao mesmo mês em 2007. Bom para os sites tradicionais de vídeo, ruim para as emissoras de TV, que abocanharam só uma tímida porcentagem dessa audiência.

O YouTube foi o líder, com um terço das estimadas 10 bilhões de visitas a vídeos on-line em fevereiro – um aumento de 15% em relação a 2007. Já as emissoras de TV não foram tão bem. Com exceção da Aol.com, os sites da Time Warner, incluindo a CNN.com, tiveram apenas 1,3% de participação nos vídeos vistos na web – ou 133 milhões de visitas, segundo a comScore. Outras emissoras tiveram participação ainda menor, como a ABC, com 98 milhões de vídeos acessados, equivalente a 1% do total.

Da TV ao monitor

O resultado levou executivos da indústria a buscar maneiras de ampliar seu público. Durante o encontro anual da Associação Nacional das Emissoras (NAB, na sigla em inglês), em Las Vegas, algumas redes revelaram frustração com a "pirataria instantânea", que faz com que programas cheguem à internet por meios não oficiais minutos depois de terem sido transmitidos pela TV.

"Nosso conteúdo continua a aparecer no YouTube", diz Sandy Malcolm, produtor executivo da CNN.com. "Você tenta resolver, você tenta trabalhar a questão dos direitos autorais, mas eu não acho que vamos conseguir resolver completamente a questão."

Mesmo com a liderança isolada do YouTube, o analista da comScore Andrew Lipsman diz que as emissoras de TV estão na luta. "Parece haver uma certa mobilização e investimentos acontecendo no momento", disse ele, ao citar o site Hulu.com, lançado em março, em parceria da General Electric com a rede NBC.

Matéria editada pelo RA.

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